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sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Fevereiro: mês de Jay Dilla!

Já se passaram cinco anos desde o desaparecimento do mais-que-lendário produtor/mc de Detroit, precisamente três dias depois do seu aniversário. Um pequeno documentário de cerca de 30 minutos intitulado "J.Dilla: Still Shining" faz questão de registar essa data (a do aniversário, não a da morte), trazendo novas imagens e testemunhos de gente próxima (e não só) de Jay Dilla.

sábado, 22 de janeiro de 2011

Praso & DJ Thundercuts - "Um Tributo a J Dilla"

Mixtape conjunta de Praso e DJ Thundercuts, baseada numa faixa contínua composta por meia-dúzia de beats de Jay Dilla, sobre os quais surgem as rimas do MC alentejano e os arranhões do DJ de Matosinhos.

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Miguel Atwood-Ferguson (cont.)

A forte adoração que prende Miguel Atwood-Ferguson ao Hip Hop (e em especial ao trabalho artístico do mui estimado Jay Dilla) levou-o a expressa-la em formato EP, de nome "Suite for Ma Dukes". Ma Dukes é a mãe de Jay Dilla, mas este disco vai muito além do nome da progenitora de Dilla no título e da foto da cerimónia fúnebre do produtor de Detroit na capa.



Miguel Atwood-Ferguson (com o precioso contributo de Carlos Niño) não se fez rogado e ousou pegar em quatro beats com a valorosa assinatura de Jay Dee (como "Fall in love" - concebida quando ele ainda se integrava nos Slum Village) e injectou-lhes um novo aroma. Uma fragrância trescalada por uma orquestra, portanto, uma sensação única, nunca antes detectada em instrumentais de Dilla. O resultado final é surpreendente, distante do original, até porque sente-se a ausência da bateria, é verdade, mas revela sobretudo que o legado de James Dewitt Yancey a.k.a. Jay Dilla atravessa a barreira do Hip Hop, com toda a naturalidade.



No ano passado "Suite for Ma Dukes" foi transportado para palco, juntamente com a armada da Miguel Atwood-Ferguson Ensemble. Por entre breves aparições de Talib Kweli, Common, Illa J ou Dwele, a alma de Jay Dilla esteve sempre bem presente, ou não tivessem desfilado apenas temas de sua autoria, embora sempre com aquele fino recorte orquestral de Miguel Atwood-Ferguson.

sábado, 25 de setembro de 2010

Miguel Atwood-Ferguson

Miguel Atwood-Ferguson Ensemble é uma orquestra americana capitaneada por (como é evidente) Miguel Atwood-Ferguson. Para além de se exercer de forma autónoma, Miguel Atwood-Ferguson é um artista multifacetado, tendo começado a acariciar as cordas dos violinos com a frágil idade de 4 anos. Os dedos de uma só mão são escassos para contabilizar a totalidade de funções por si exercidas. Para além de ser multi-instrumentalista, é compositor, arranjador, produtor, director musical, educador e até DJ.

Sobre palcos de todo o mundo, Miguel já figurou ao lado de Stevie Wonder, Quincy Jones, Roy Hargrove, Ray Brown ou Wayne Shorter. Dentro de um estúdio, como produtor musical, conta com outra lista infindável de parcerias: Ray Charles, Erykah Badu, Dr. Dre, Common, Will.i.am, Joss Stone, Raphael Saadiq, entre muitos outros.



Os gostos e influências musicais de Miguel Atwood-Ferguson deambulam entre a Clássica, Pop, Electrónica, Jazz e o Hip Hop. Em Julho deste ano, a Miguel Atwood-Ferguson Ensemble foi parte integrante do cartaz de verão dos concertos denominados Grand Performances, decorridos na California Plaza, em Los Angeles. Miguel e o seu agrupamento instrumental fizeram-se acompanhar por alguns convidados ilustres. Com o precioso contributo de Aloe Blacc, prestaram uma bela homenagem a Guru, por intermédio do tema "Betrayal", pertencente a "Moment of Truth" - o primoroso disco do duo Gang Starr. Pela voz melodiosa de Bilal lembraram Donny Hathaway, através da interpretação do tema "Someday We'll All Be Free", datado de 1973.



Ambas as versões (assim como outras duas: um tema de Flying Lotus e outro de Jay Dilla) foram gravadas e disponibilizadas para download gratuito neste domínio.

domingo, 1 de novembro de 2009

Temos Saudades

Hoje é aquela altura de lembrar as estrelas que brilham agora no céu. Partiram muito cedo, mas legaram-nos algo de inesquecível. Hora de os recordarmos, de os celebrarmos, de percebermos que apesar da perda eles ainda estão bem vivos dentro de nós. Porque as pessoas só morrem verdadeiramente quando nos esquecemos delas.



ROC RAIDA



BAATIN



BIG PROOF



OL' DIRTY BASTARD



BIG L



BIG PUN



TUPAC



NOTORIOUS B.I.G.



J DILLA

Coloquei aqui vídeos de alguns dos mais saudosos artistas de rap. Muitos mais poderia colocar... Scott La Rock... Left Eye... Jam-Master Jay... Aaliyah... Neste dia dos Finados, Fiéis Defuntos, ou como quer que lhe chamem, sentimos inquestionavelmente a falta de todos eles. Vale que continuam a viver através da música que criaram.

domingo, 2 de agosto de 2009

R.I.P. Baatin (Slum Village)

O rapper Baatin faleceu sexta-feira em Detroit. Membro dos Slum Village, Titus Glover aka Baatin havia interrompido a sua ligação ao grupo em 2002, quando começou a revelar sucessivas complicações de saúde, nomeadamente esquizofrenia e depressão. Desconhece-se no entanto se a sua morte surge no seguimento destes problemas.

Foi nos primórdios dos anos 90 que, juntamente com Jay Dilla e T3, Baatin formou os Slum Village. Até o ano de 2000 compuseram dois álbuns, tendo posteriormente de lidar com a saída de cena de Jay Dilla, que seguiria a sua história a solo (e com enorme êxito, diga-se). Para o seu lugar foi chamado o rapper Elzhi. Contudo, a instabilidade voltou a abalar o trio quando Baatin se sentiu incapacitado de prosseguir no grupo.
T3 e Elzhi vinham caminhando nos últimos tempos como Slum Village (entretanto também Jay Dilla desaparecera). Tinham assinalado o regresso para o próximo mês de Setembro com "Villa Manifesto", num registo com Illa J (irmão de Jay Dee) e... Baatin.

Nomes como Questlove, 9th Wonder, Dwele e Talib Kweli já vieram lamentar a perda de um artista que "influenciou mais do que se possa imaginar".

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Três novidades sonoras

Retirado do novo trabalho de Mos Def, "History" conta com novas rimas do rapper e do seu comparsa Talib Kweli, em cima de um instrumental do malogrado Jay Dilla, que até já foi anteriormente aproveitado por Skyzoo.





"Forever" também é novidade, mas neste caso de Ghostface Killah, membro da crew Wu-Tang Clan. Para o rapper, o R&B é o caminho mais viável para o novo álbum.



Sa-Ra e Erykah Badu no mesmo som só pode dar "Dirty Beauty". Para os defensores da Soul, "Nuclear Evolution: The Age of Love" é o registo que acolhe esta faixa.